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Curadoria Vayond
Fushimi Inari às 6h ainda está vazio, depois disso vira fila. Em Tóquio, a gente troca Shibuya por Yanaka, que tem cemitério arborizado e cafés que abrem às 8h.
Yanaka Ginza
Daikanyama T-Site
Shimokitazawa
Fushimi Inari (6h)
Nishiki Market
Pontocho
Arashiyama de bicicleta
Golden Gai
Começo pelo lado leste: Yanaka guarda o Tóquio baixo que sobrou do pós-guerra.
Rua comercial de bairro com cerca de 70 lojinhas, croquetes de balcão e clima de Tóquio dos anos 1950.
Os cafés da região abrem às 8h; chegue antes das 11h, quando os grupos de excursão aparecem.
Alamedas arborizadas com cerejeiras e túmulos históricos, incluindo o do último xogum, Tokugawa Yoshinobu.
Udon feito na hora num armazém de 1910 reformado por Kengo Kuma, ao lado do santuário de Nezu.
Gostou da ideia? Faça dela a sua.
A IA monta o seu dia a dia a partir desse ponto de partida, com o estilo e os interesses que você escolher.
Um dos santuários mais antigos de Tóquio, com corredor de torii vermelhos em miniatura e jardim de azaleias.
Kushiage servido em rodadas de seis espetos numa casa de madeira de três andares que sobreviveu a 1945.
Reserve; as rodadas de espetos só param quando você pedir a conta.
Zona oeste em ritmo lento: livraria de manhã, canal à tarde e cerveja histórica no fim do dia.
Complexo da Tsutaya com três prédios de livros, revistas importadas e papelaria; a seção de arte e design é o ponto forte.
O lounge Anjin, no segundo andar, serve café entre estantes de revistas raras dos anos 1960.
Ramen de caldo claro com yuzu, mais leve que a média; o pedido sai da máquina de tíquetes da entrada.
Caminhada pela margem do rio Meguro, corredor de cerejeiras com lojas independentes e cafés nas transversais.
Museu e microcervejaria da Yebisu no terreno da fábrica original, dentro do Yebisu Garden Place.
Fecha às terças; a torneira do salão serve rótulos que só existem ali.
Corredor coberto com cerca de vinte balcões de izakaya, do motsunabe ao sashimi.
Sente onde houver banco livre; cada balcão tem cardápio próprio e dá pra migrar entre eles.
Floresta do Meiji Jingu de manhã e tarde inteira de brechós em Shimokitazawa.
Santuário do imperador Meiji dentro de uma floresta de 100 mil árvores doadas de todo o Japão; o torii da entrada tem 12 metros.
Entre pelo portão de Harajuku e saia pelo lado de Yoyogi pra não refazer o caminho.
Soup curry de Hokkaido com legumes inteiros e frango no osso, especialidade que virou marca de Shimokitazawa.
O nível de picância se escolhe no pedido; o 3 já arde bastante.
Ruas estreitas com dezenas de brechós, sebos e lojas de discos; Flamingo e New York Joe Exchange são boas portas de entrada.
A maioria das lojas abre por volta das 12h; o bairro funciona melhor à tarde.
Café e loja de discos do músico Keiichi Sokabe num quarto andar discreto, com spaghetti caseiro e vinil tocando.
Izakaya animada de Shimokitazawa com cozinha aberta; o shime saba maçaricado na sua frente é o carro-chefe.
Reserve ou chegue na abertura; as mesas baixas do fundo são as mais disputadas.
Lado tradicional: templo antes dos grupos, rua dos utensílios de cozinha e museu em Ueno.
Templo mais antigo de Tóquio, fundado em 645, com o portão Kaminarimon e sua lanterna de cerca de 700 quilos.
Antes das 9h a rua Nakamise ainda está vazia; os grupos chegam por volta das 10h.
Rua de 800 metros que abastece os restaurantes da cidade: facas japonesas, louça e réplicas de comida em plástico.
Nas lojas de cutelaria dá pra gravar seu nome na lâmina da faca na hora.
Tendon servido desde 1887 em Asakusa: tempura de camarão em molho escuro adocicado sobre o arroz.
Se a fila da matriz estiver longa, o anexo na rua de trás serve o mesmo cardápio.
Maior acervo de arte japonesa do mundo, de espadas a quimonos, no parque de Ueno; o prédio Honkan segue ordem cronológica.
Fecha às segundas; com tempo curto, vá direto ao segundo andar do Honkan.
Casa de okonomiyaki desde 1937 em Asakusa, onde você mesmo prepara na chapa da mesa, sentado em tatame.
Último dia em Tóquio: parque imperial de manhã, Shinjuku à noite e Golden Gai pra fechar.
Jardim imperial com áreas em estilo japonês, francês e inglês; um dos poucos parques da cidade com gramado pra deitar.
Fecha às segundas e não permite álcool; a entrada Sendagaya tem menos fila.
Tsukemen de caldo denso de frango e peixe defumado, num balcão de dez lugares perto da estação Shinjuku.
Compre o tíquete na máquina enquanto espera; a fila anda mais rápido do que parece.
Mirante gratuito no 45º andar da sede do governo metropolitano, com vista até o Fuji em dias limpos.
Vielas do pós-guerra coladas na estação Shinjuku, com balcões de yakitori na fumaça do carvão.
Alguns balcões cobram couvert; confirme antes de sentar.
Quarteirão com cerca de 200 bares minúsculos de temática própria, de punk a cinema, cada um com meia dúzia de banquetas.
Prefira os bares com placa em inglês na porta, que recebem bem quem chega de fora; os sem placa são de clientela fixa.
Shinkansen de manhã e chegada por Nishiki, o corredor de comida que abastece Kyoto há quatro séculos.
Pouco mais de duas horas de trem-bala pela linha Tokaido, a mais movimentada do mundo.
Sente do lado direito, assentos D e E, pra ver o Fuji; compre um ekiben na estação antes de embarcar.
Corredor coberto de 400 metros com cerca de cem bancas: tamagoyaki na hora, tsukemono e tofu de soja preta. O almoço acontece de banca em banca.
Comer andando é malvisto; use os bancos ao lado de cada banca.
Duas galerias cobertas paralelas com papelarias centenárias, sebos e casas de chá, emendadas no fim do Nishiki.
Caminhada entre as pontes Sanjo e Shijo, com garças pescando e a cidade desacelerando no fim da tarde.
Beco estreito de lanternas entre o rio e a Kiyamachi, com dezenas de restaurantes em casas de madeira, do yakitori ao kaiseki.
De maio a setembro, escolha uma casa com kawadoko, os decks montados sobre o rio.
Fushimi Inari no horário em que a montanha ainda é sua, depois o leste da cidade.
Milhares de torii vermelhos subindo o monte Inari em túneis contínuos; a volta completa até o topo leva cerca de duas horas.
O portão nunca fecha: às 6h o caminho está vazio, depois das 9h vira fila; acima do mirante Yotsutsuji a multidão some em qualquer horário.
Templo zen com o jardim quadriculado de musgo de Mirei Shigemori e a ponte Tsutenkyo sobre um vale de bordos.
Casa de soba fundada em 1465 que já serviu a corte imperial; o hourai soba vem em camadas com oito acompanhamentos.
A fila da matriz é menor em dia de semana.
Templo de 778 com varanda de madeira apoiada em pilares de 13 metros, montada sem pregos, debruçada sobre a cidade.
Suba pelas ladeiras Sannenzaka e Ninenzaka e desça pela Chawanzaka pra variar o caminho.
Gyoza fino e crocante servido em esteiras de dúzia; cerveja e repeteco são a regra da casa.
Arashiyama rende mais de bicicleta: bambuzal cedo, rio e templos sem depender de ônibus lotado.
Aluguel de bicicleta perto da estação Saga-Arashiyama pra cobrir o bambuzal, a ponte Togetsukyo e a margem do rio no ritmo próprio.
O bambuzal antes das 9h ainda está silencioso; estacione a bicicleta nos pontos indicados, é proibido pedalar dentro do bosque.
Casa de soba com mesas viradas pra ponte Togetsukyo e o rio; o zaru soba com tempura resolve o almoço.
Peça mesa no segundo andar, que tem a melhor vista; a lista de espera anda rápido.
Templo zen patrimônio da Unesco com jardim do século 14 de Muso Soseki, que usa as montanhas de Arashiyama como cenário emprestado.
Cerca de 120 macacos japoneses soltos no alto do morro, com vista aberta de Kyoto; a subida leva uns 20 minutos.
Não encare os macacos nem mostre comida no caminho; a alimentação só é permitida de dentro da cabana.
Ramen de miso queimado, técnica da casa que escurece o caldo em fogo alto, numa machiya reformada no centro.
O norte a pé: templo de prata, canal dos filósofos e obanzai à noite.
O Pavilhão de Prata de 1482, que nunca recebeu a prata: o valor está no jardim de areia esculpida e no musgo.
Abre às 8h30 e é o ponto de partida lógico do Caminho do Filósofo.
Trilha de dois quilômetros ao longo de um canal ladeado de cerejeiras, ligando Ginkaku-ji à região de Nanzen-ji, com ateliês e cafés no percurso.
Yudofu, o tofu cozido em caldo de kombu típico dos arredores de Nanzen-ji, servido em pavilhão com jardim do século 19.
Complexo zen com o aqueduto de tijolos do período Meiji cruzando o terreno e o portão Sanmon, que dá pra subir.
O jardim do subtemplo Konchi-in costuma estar vazio mesmo em alta temporada.
Casa antiga de obanzai na Kiyamachi: a cozinha caseira de Kyoto em pequenas porções dispostas em travessas no balcão.
Sente no balcão e aponte pros pratos do dia; reserve por telefone.
Despedida com o Pavilhão Dourado na abertura e a volta organizada a partir da estação.
Pavilhão coberto de folhas de ouro refletido no lago, reconstruído em 1955 depois do incêndio que virou romance de Mishima.
Chegue na abertura, às 9h, antes dos ônibus de excursão; o circuito é de mão única.
Complexo murado com mais de vinte subtemplos zen; Daisen-in e Zuiho-in abrem seus jardins de pedra ao público.
Andar da estação de Kyoto com nove casas de ramen de diferentes regiões do Japão, útil pra comer antes do trem.
Deixe as malas nos coin lockers da estação e almoce sem pressa.
Palácio dos xoguns Tokugawa com os pisos rouxinol, que rangem de propósito pra denunciar intrusos, e pinturas da escola Kano.
Tonkatsu de Kyoto no complexo The Cube, na estação: você mesmo mói o gergelim no pilão pra montar o molho.