Carregando...
Carregando...
Curadoria Vayond
Chichu Museum só entra com reserva online comprada com antecedência, e a abóbora amarela da Yayoi Kusama fica do lado do porto de Miyanoura. Balsa sai de Uno, no continente.
Chichu Art Museum
Abóbora amarela de Yayoi Kusama
Benesse House
Porto de Miyanoura
Teshima Art Museum
Les Archives du Coeur
Balsa do porto de Uno
Honmura art houses
Travessia desde Uno e primeiro contato com a ilha pelas casas de arte de Honmura.
A balsa sai de Uno, no continente, e cruza o mar interior de Seto em 20 minutos até Miyanoura. De Okayama, um trem local leva até o porto.
Confira a grade de horários da Shikoku Kisen antes; fora dos picos as balsas ficam espaçadas.
Porta de entrada da ilha, com o terminal envidraçado do escritório SANAA e a abóbora vermelha de Yayoi Kusama plantada no píer.
Alugue bicicleta elétrica nas locadoras do porto; as ladeiras do sul da ilha pedem motor.
Gostou da ideia? Faça dela a sua.
A IA monta o seu dia a dia a partir desse ponto de partida, com o estilo e os interesses que você escolher.
Casa antiga em Honmura que serve teishoku de comida caseira japonesa, com arroz integral e legumes da região.
O Art House Project espalha obras por casas antigas da vila de Honmura, incluindo a Minamidera, projetada por Tadao Ando pra uma instalação de luz de James Turrell.
Compre o ingresso conjunto no balcão de Honmura; a casa Kinza exige reserva à parte e a Minamidera tem horário marcado.
Menu curto de sashimi, frituras e cerveja num dos poucos salões abertos à noite perto do porto.
As cozinhas da ilha fecham cedo; sente à mesa antes das 20h.
Dia dos museus do sul da ilha, do Chichu à abóbora amarela no fim da tarde.
Museu enterrado na colina por Tadao Ando, iluminado só por luz natural, com as ninfeias de Monet, uma sala de James Turrell e a instalação de Walter De Maria.
A entrada é só com data e hora compradas online, com semanas de antecedência; fecha às segundas.
Café dentro do museu com sanduíches e bebidas, e uma parede de vidro aberta pro mar interior.
Museu e hotel desenhados por Ando como um prédio só, com obras de Hiroshi Sugimoto e Bruce Nauman dentro das galerias e espalhadas pelo terreno de frente pro mar.
O museu fica aberto até as 21h; o fim do dia é o horário com menos gente.
A escultura mais fotografada do mar de Seto, pousada num píer perto do Benesse House. Foi reconstruída depois de um tufão e voltou ao mesmo lugar.
No fim da tarde a luz é melhor e a fila de foto diminui.
Diner de decoração americana anos 50 em Miyanoura, com pratos simples e ambiente que destoa do resto da ilha de propósito.
Bate-volta de balsa pra ilha vizinha, entre o museu-concha e o arquivo de batimentos.
Barco rápido liga Naoshima ao porto de Ieura, em Teshima, em cerca de 20 minutos.
São poucos horários por dia; anote o barco de volta e alugue bicicleta elétrica no porto, as ladeiras de Teshima são longas.
Casca de concreto sem colunas de Ryue Nishizawa no alto dos arrozais, abrigando a obra de Rei Naito em que gotas de água nascem do piso e correm sozinhas.
Reserve online e conte com visita descalça e em silêncio; fecha às terças.
Restaurante comunitário de Karato, com telhado de madeira desenhado por Ryo Abe e almoço feito por cozinheiras da ilha.
Abre em dias limitados da semana; confirme a agenda antes de contar com ele.
Obra de Christian Boltanski numa casa isolada na praia de Karato: uma sala escura onde uma lâmpada pulsa no ritmo de batimentos cardíacos gravados no mundo inteiro.
Dá pra gravar o próprio batimento por uma taxa e entrar pro acervo permanente.
Café-bar pequeno perto do porto de Miyanoura, com curry da casa e balcão que funciona como ponto de encontro dos viajantes da ilha.
Últimos museus em ritmo lento e banho de sento de arte antes da balsa de volta.
Museu semienterrado de Tadao Ando dedicado ao artista coreano Lee Ufan, com pedras, placas de aço e salas de silêncio entre o Benesse e o Chichu.
Fica no caminho do ônibus interno da área Benesse; combine com a ida ao vale sem pegar ladeira.
Casa de madeira centenária em Honmura que esconde um interior de concreto do próprio Ando, contando a história dos projetos dele na ilha.
Café numa casa antiga no alto de Honmura, com pratos do dia e doces caseiros, frequentado por gente da ilha.
Banho público transformado em obra por Shinro Ohtake, com colagens, mosaicos e até um elefante sobre a divisória dos banhos. Funciona como sento de verdade.
Leve toalha ou alugue na entrada; abre à tarde e fecha às segundas.
Udon é a especialidade da província de Kagawa, e as casas simples perto do porto servem a tigela quente antes da última balsa do dia seguinte.