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Curadoria Vayond
MASP fecha terça, então a gente encaixa Pinacoteca no primeiro dia. Vila Madalena enche de quinta a sábado, quarta tem o mesmo bar com metade do preço e sem fila no Mercearia São Pedro.
Pinacoteca + Luz
MASP no domingo grátis
MAC USP Ibirapuera
Maní no almoço
Mercearia São Pedro (quarta)
Rua 25 de Março de manhã
Bar da Dona Onça
Beco do Batman a pé
Domingo na Paulista aberta, com feira no vão livre e MASP no dia gratuito.
Aos domingos a avenida fecha pra carros e vira calçadão de músicos, feiras e bicicletas, do Paraíso à Consolação.
Alugue uma bike compartilhada e cubra os 2,8 km da avenida de ponta a ponta.
Feira dominical sob o vão livre: pratarias, discos, relógios e móveis de época, tradição de décadas.
Cozinha brasileira contemporânea da equipe do Mocotó dentro do Instituto Moreira Salles, a três quadras do MASP.
Gostou da ideia? Faça dela a sua.
A IA monta o seu dia a dia a partir desse ponto de partida, com o estilo e os interesses que você escolher.
O acervo de arte europeia mais importante do hemisfério sul, pendurado nos cavaletes de cristal de Lina Bo Bardi no segundo andar.
A gratuidade de domingo tem ingressos limitados no site; garanta o horário com alguns dias de antecedência.
Salão construído em volta de uma figueira centenária nos Jardins, de grelhados e clima de ocasião.
Segunda o MASP fecha, então o dia desce pro centro: 25 de Março cedo, Mercadão e Pinacoteca.
O maior polo de comércio popular do país: armarinhos, tecidos, bijuterias e decoração em quarteirões de lojas e galerias.
Vá cedo: depois das 11h a rua trava; leve mochila fechada na frente e pouco dinheiro à mão.
O Mercadão de 1933, com vitrais alemães, bancas de frutas exóticas e empórios; berço do sanduíche de mortadela.
Endereço clássico do sanduíche de mortadela dentro do Mercadão, montado com camadas exageradas no pão francês.
Divida o sanduíche, um serve dois; o pastel de bacalhau é o acompanhamento padrão.
O museu de arte mais antigo da cidade, no prédio de tijolos reformado por Paulo Mendes da Rocha, forte em arte brasileira do século 19 pra cá; o Jardim da Luz fica na porta.
Fecha às terças; comece pelo octógono central, ponto de partida do acervo.
Cozinha brasileira de conforto no térreo do edifício Copan, da chef Janaína Torres: clássicos de bar em versão caprichada.
Reserve pelo site; depois do jantar, dê a volta na marquise sinuosa do Copan.
Terça em Ibirapuera, com MAC no terraço e almoço no Maní.
O parque central paulistano, com marquise de Niemeyer, lagos e alamedas; abriga a Oca, o pavilhão da Bienal e o Museu Afro Brasil.
Entre pelo portão 3 e siga pela marquise; de manhã cedo o parque é dos corredores.
Acervo com Modigliani, Picasso e modernistas brasileiros no prédio de Niemeyer em frente ao parque, o antigo Detran; entrada gratuita.
Suba ao terraço do oitavo andar: vista aberta do parque e do skyline, também de graça.
Cozinha de Helena Rizzo, eleita melhor chef mulher do mundo em 2014, numa casa de vila nos Jardins: brasileiro de técnica contemporânea.
Reserve com antecedência; o menu de almoço em dia de semana é a porta de entrada da casa.
Instituto de arte no prédio de torres coloridas de Ruy Ohtake em Pinheiros, com exposições gratuitas e boa livraria de arte.
No Bixiga desde 1958, da família que ajudou a definir a pizza paulistana; a margherita da casa é referência na cidade.
Quarta na Vila Madalena, do grafite da manhã ao boteco sem fila à noite.
Vielas da Vila Madalena inteiramente cobertas de grafite, renovado sem parar desde os anos 1980; céu aberto e entrada franca.
De manhã cedo os becos estão vazios e a luz é melhor; no fim de semana tem fila até pra foto.
Torrefação e cafeteria da barista Isabela Raposeiras num quintal da Vila, com métodos variados e cursos de degustação.
Comida mineira farta na região da Benedito Calixto: torresmo, tutu, costelinha e caipirinhas de frutas.
O miolo da Vila Madalena de ateliês, galerias como a Choque Cultural e lojas de design e vinil.
Boteco-mercearia tradicional da Vila, ponto de escritores e cineastas: cerveja gelada, pastéis e pratos do dia em mesas na calçada.
De quinta a sábado a calçada lota e a espera cresce; na quarta o mesmo bar funciona sem fila e com mesa à escolha.