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Curadoria Vayond
A marshrutka sai de Kutaisi por volta das 7h e leva cinco horas até Mestia. A trilha pra geleira Chalaadi começa a 4km do centro, dá pra ir a pé se sair cedo.
Torres svanas de Mestia
Geleira Chalaadi
Museu Svaneti
Vila de Ushguli
Café Laila
Marshrutka de Kutaisi
Lago Koruldi
Cruz de Mestia
Dia de estrada desde Kutaisi e primeira volta pelas torres no fim da tarde.
A van sai da região do mercado central de Kutaisi e sobe o vale do Enguri, passando pela represa; são cerca de cinco horas até Mestia com uma parada no caminho.
Chegue 20 minutos antes pra escolher assento de janela; a estrada tem muitas curvas, leve remédio de enjoo se for sensível.
Na praça Seti, um dos cafés mais antigos de Mestia. Kubdari, khachapuri e sopas num salão que funciona o dia inteiro.
Os bairros de Lagami e Lanchvali guardam dezenas de torres defensivas medievais coladas às casas; algumas famílias abrem as suas pra visita.
Gostou da ideia? Faça dela a sua.
A IA monta o seu dia a dia a partir desse ponto de partida, com o estilo e os interesses que você escolher.
As escadas internas são troncos íngremes; suba com tênis fechado e as mãos livres.
Na primeira noite, o jantar da casa resolve: kubdari saído do forno, tashmijabi e chá. É assim que se come no Svaneti.
Trilha até o gelo pela manhã e os tesouros svans nos museus à tarde.
A trilha começa a 4 km do centro, cruza a ponte suspensa sobre o rio Mestiachala e sobe pela floresta até a língua de gelo da geleira.
Saia cedo e, se quiser encurtar, negocie táxi até a ponte; não passe das cordas perto do gelo, caem blocos com frequência.
Parada simples no centro pra sopa quente e limonada georgiana antes da tarde de museus.
O Museu de História e Etnografia guarda ícones e manuscritos medievais que as famílias esconderam nas torres por séculos, longe das invasões que varreram o resto da Geórgia.
Fecha às segundas; reserve pelo menos uma hora pras salas de ícones.
Complexo familiar com machubi, a casa tradicional onde gente e gado passavam o inverno juntos, e uma torre aberta pra subir.
Casa tradicional com terraço e vista pras torres, com versões bem executadas dos clássicos svans. Também organiza aulas de cozinha.
Manhã de 4x4 até os lagos Koruldi e tarde solta no centro.
O 4x4 sobe da praça até os lagos rasos a quase 2.900 m, que em manhã limpa espelham o duplo pico do Ushba. A subida em zigue-zague já vale o trajeto.
Feche o preço do jipe na véspera na praça Seti; de manhã cedo o céu costuma estar mais aberto.
Parada da descida no mirante da cruz, com o vale de Mestia inteiro aos pés e as torres pontuando os bairros. Também dá pra chegar a pé por trilha marcada.
Almoço de khinkali e salada de tomate com nozes num salão simples do centro.
Chapéus de feltro svan, mel de montanha e o sal temperado svanuri marili nas lojinhas em volta da praça.
O sal svan pesa pouco, resume a cozinha local e passa fácil na bagagem.
À noite o Laila vira o ponto mais animado da praça, com música georgiana ao vivo em boa parte das noites de verão.
Se quiser mesa perto da música, chegue antes das 20h.
Subida de 4x4 ao conjunto de aldeias mais alto da rota e pernoite em Ushguli.
São 45 km pelo vale do Enguri, com trechos de terra e paradas pra fotografar torres isoladas no caminho. Motoristas fazem a rota todo dia no verão.
Combine ida com pernoite e volta no dia seguinte; de bate-volta, Ushguli vira correria.
Igreja do século 12 no alto de Zhibiani, cercada de muros de pedra, com a parede do Shkhara fechando o horizonte. Afrescos antigos no interior.
Leve um lenço pra cobrir os ombros na visita.
Um dos poucos lugares pra comer em Ushguli, em Chvibiani, com vista pras torres e pro maciço do Shkhara ao fundo.
Conjunto de quatro aldeias a cerca de 2.100 m, patrimônio da UNESCO. Em Chazhashi ficam as ruínas das torres defensivas e a torre comunitária atribuída à rainha Tamar.
Jantar caseiro de meia pensão, com kubdari, chvishtari e chá de ervas; as noites são frias mesmo em julho.
Caminhada plana até a vista da geleira e retorno a Mestia à tarde.
Caminho quase plano pelo vale desde Lamaria em direção à base do Shkhara, o ponto mais alto da Geórgia com 5.193 m. Até o mirante da geleira, ida e volta cabem na manhã.
Não há nada pra comprar no caminho; leve água e lanche desde a guesthouse.
Última refeição com vista pras torres antes de descer o vale; sopas e kubdari dão conta.
A mesma estrada de terra na direção contrária, com luz de tarde melhor pra fotos das torres de Ipari e dos povoados do caminho.
De volta a Mestia, jantar no terraço com as torres iluminadas; prove o vinho da casa ou a chacha local.
Teleférico até a crista de Zuruldi pra despedida com o Ushba de frente.
O teleférico da estação de esqui sobe até a crista de Zuruldi, a cerca de 2.340 m, com vista frontal do duplo pico do Ushba e do vale inteiro.
Funciona no verão em horário reduzido; confira a hora da última descida antes de subir.
Almoço na beirada da crista, com mesas de madeira viradas pras montanhas do Cáucaso; cardápio georgiano simples.
O pequeno terminal de concreto desenhado pelo escritório alemão J. Mayer H. virou cartão postal improvável de Mestia, plantado no meio do vale.
Peça o kubdari mais uma vez e compare com os da viagem; cada casa tem a sua proporção de carne, cebola e especiarias.