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Curadoria Vayond
Pasticciotto quente no Natale, na via Trinchese, antes das 9h. Polignano a Mare fica a duas horas de trem, melhor ir num dia de semana pra escapar do ônibus de turista.
Pasticceria Natale
Basílica de Santa Croce
Otranto
Polignano a Mare
Gallipoli (cidade velha)
Bar 300mila (rustico)
Piazza del Duomo de Lecce
Santa Maria di Leuca
Chegada ao barroco leccese: pasticciotto quente e as duas praças que resumem a cidade.
Café da manhã na via Trinchese com pasticciotto, a massinha amanteigada recheada de creme que é a assinatura doce de Lecce.
Vá antes das 9h, quando as fornadas ainda saem quentes.
Fachada do barroco leccese esculpida na pedra calcária local, com o rosetão e a fauna fantástica de Giuseppe Zimbalo. A construção atravessou quase dois séculos.
Cucina casereccia de poucas mesas: ciceri e tria, a massa com grão-de-bico em parte frita, e legumes da estação.
Gostou da ideia? Faça dela a sua.
A IA monta o seu dia a dia a partir desse ponto de partida, com o estilo e os interesses que você escolher.
Reserve por telefone; a sala é pequena e enche no almoço.
Praça fechada com um único acesso, rodeada pela catedral, o campanário de 68 m e o palácio do seminário.
Volte depois do jantar; iluminada e vazia, a praça é outra.
Cozinha leccese estrita, com sagne 'ncannulate e pratos que seguem o calendário local, sem concessão à moda.
Bate-volta de trem ao ponto mais oriental da Itália, entre mosaico normando e mar transparente.
Borgo murado sobre o canal que separa a Itália da Albânia, com castelo aragonês e bastiões debruçados num mar claro.
De Lecce, o trem da Ferrovie del Sud Est troca em Maglie; compre a volta já na ida.
O piso inteiro é um mosaico do século 12 com a árvore da vida, obra do monge Pantaleone. Na capela lateral, os ossos dos 800 mártires de 1480.
Peixe do dia e releituras salentinas a poucos passos do castelo, com carta enxuta de brancos da região.
Faixa de areia clara entre o pinheiral e um mar raso, uns 15 minutos ao norte do centro. Fora de agosto, sobra espaço.
O acesso final é a pé pela trilha no pinheiral; leve água, a estrutura é mínima.
De volta a Lecce, salão de abóbadas junto à villa comunale, com massas salentinas e boa lista de negroamaro.
Dia de carro pela costa jônica, da cidade velha de Gallipoli até a ponta final da península.
A cidade velha ocupa uma ilha ligada por ponte ao continente, com o castelo na entrada e um emaranhado de vielas caiadas. O mercado de peixe funciona junto à ponte.
O mercado de peixe rende mais antes das 11h.
Referência de peixe da cidade velha, com janelas pro Jônico: crudo, o gambero rosso local e grelhados no ponto.
No promontório onde por convenção o Adriático encontra o Jônico, com o santuário De Finibus Terrae, o farol de 47 m e as vilas de veraneio oitocentistas na marina.
Passeios de barco pras grutas da costa saem do porto; decida na hora conforme o mar.
Garganta de falésias com uma enseada de água funda cruzada por ponte; uma escadaria desce até as pedras onde os locais nadam.
Jantar de volta a Lecce com massas frescas e uma carta dedicada aos vinhos do Salento, do negroamaro ao primitivo.
Dia de trem pro norte: a falésia de Polignano num dia de semana e o porto velho de Monopoli na sequência.
Centro histórico na beira da falésia, com terraços sobre o Adriático e a estátua de braços abertos de Domenico Modugno, filho da cidade.
São cerca de duas horas de trem desde Lecce; prefira dia de semana pra escapar das excursões.
Balcão que popularizou o panino de polvo grelhado; também há tartares e frituras pra comer na praça em frente.
Chegue perto do meio-dia; a fila cresce rápido.
A enseada símbolo da cidade, espremida entre falésias e cruzada pela ponte da antiga via Traiana. A praia de seixos enche rápido no verão.
Porto velho com os gozzi azuis e vermelhos, muralha na linha d'água e um centro histórico de comércio vivo, menos vertical que o da vizinha.
De Polignano são poucos minutos de trem regional; desça e siga direto pro porto antigo.
Casa histórica perto do porto de Monopoli, de cozinha marinheira: espaguete com vôngole, peixe assado e frituras.
Sala pequena, reserve; depois é só voltar de trem a Lecce.
Último dia sem sair do centro: rustico no balcão, arqueologia doméstica e despedida barroca.
O rustico leccese, folhado de mozzarella, tomate e bechamel servido quente no balcão, com caffè leccese com leite de amêndoa pra acompanhar.
Uma obra de encanamento em 2001 revelou sob a casa da família Faggiano dois mil anos de camadas: cisternas messápicas, silos medievais e criptas. Hoje é museu arqueológico privado.
Arena do século 2 escavada só pela metade sob a praça central; o resto segue embaixo dos prédios. A coluna romana ao lado, trazida de Brindisi, sustenta a estátua de Sant'Oronzo.
Bistrô com balcão de frios e prateleiras de vinho, taglieri de queijos e massas do dia; ambiente informal na via Paladini.
Fave com chicória e outras receitas da cucina povera salentina, servidas em salão de pedra no centro histórico.
Fica na piazzetta Regina Maria; reserve no fim de semana.