Carregando...
Carregando...
Curadoria Vayond
No Quadrado de Trancoso só sobrou restaurante caro, então a gente dorme ali e almoça na vila de baixo. Caraíva ainda chega de barco depois do rio, e o pôr do sol no Espelho pede mesa no Aipim.
Quadrado de Trancoso
Praia dos Nativos
Vila de Caraíva
Praia do Satu
Praia do Espelho
Restaurante Aipim
Travessia de barco no Rio Caraíva
Igreja São João Batista
Chegada e reconhecimento do Quadrado, com praia no fim da tarde.
Gramado do século 16 cercado de casinhas coloridas, sem carros, que segue sendo o centro da vida do distrito. As fachadas viram lojas e restaurantes, mas o traçado original está intacto.
Antes das 10h o gramado ainda está vazio; depois chegam os grupos de passeio.
Igrejinha branca erguida por jesuítas no século 16, uma das mais antigas do país, no fim do Quadrado com a falésia e o mar de fundo.
Buffet por quilo tradicional no próprio Quadrado, uma das poucas opções de preço razoável ali. Comida baiana e saladas servidas em mesas sob as árvores.
Gostou da ideia? Faça dela a sua.
A IA monta o seu dia a dia a partir desse ponto de partida, com o estilo e os interesses que você escolher.
Praia aos pés do Quadrado, onde o rio Trancoso encontra o mar. Barracas simples e água boa pra banho na maré cheia.
Desça pela trilha ao lado da igreja; são uns 10 minutos até a areia.
Pizzaria de forno a lenha perto do Quadrado, movimentada e sem cerimônia. Boa saída pra não pagar preço de restaurante de gramado logo na primeira noite.
Dia inteiro de praia ao norte do Quadrado, com jantar na vila de baixo.
Vizinha dos Nativos, com coqueiral fechado e mar mais calmo. Concentra as barracas mais estruturadas de Trancoso.
Peixe frito, isca de aipim e cerveja gelada com o pé na areia. As barracas da praia funcionam como restaurante de almoço da vila.
Caminhada pela areia rumo norte até uma faixa quase deserta, protegida por recifes e sem estrutura de barracas.
Vá na maré baixa pela areia dura e leve água; não há onde comprar nada no caminho.
Na parte baixa da vila, onde mora quem trabalha no Quadrado, a moqueca sai por preço de morador. Salão simples e porção que serve dois.
Mudança pra Praia do Espelho, com piscinas na maré baixa e mesa no Aipim pro fim do dia.
Faixa de areia entre falésias claras onde a maré baixa forma piscinas de água parada que dão nome ao lugar. Fica no caminho entre Trancoso e Caraíva.
A estrada de terra pede transfer ou carro alto, e a tábua de marés define o horário das piscinas; confira antes de sair.
Casa de uma cozinheira conhecida na região, entre o Espelho e o Curuípe, com menu único de peixe com toques indianos servido em poucas mesas de frente pro mar.
Só funciona com reserva feita com antecedência; sem ela, não há mesa.
Enseada vizinha ao Espelho com vila de pescadores e mar protegido. O trajeto pela areia leva uns 20 minutos em cada sentido.
Cozinha baiana com mesa de frente pro mar do Espelho, ponto certo pra emendar o fim de tarde no jantar.
Reserve mesa na frente e chegue pelas 17h30 pra pegar o pôr do sol da falésia antes do jantar.
Travessia do rio e primeiro dia na vila de areia, sem carros e sem pressa.
A vila só se alcança de canoa motorizada pelo rio; a travessia dura poucos minutos e do outro lado carrinhos de mão fazem as vezes de táxi de bagagem.
Mande a mala na canoa e calce sandália que pode molhar na hora de embarcar.
Ruas de areia fofa, casas de pescadores pintadas e nenhum carro. A energia elétrica só chegou em 2007 e o ritmo do lugar ainda lembra isso.
Os restaurantes da rua de areia principal servem peixe do dia na telha e moqueca em porções pra dividir.
Faixa larga e aberta na frente da vila, com a foz do rio na ponta sul. Poucas barracas e muito espaço mesmo em alta temporada.
Instituição da vila, conhecido pela caipirinha de pitaia na época da fruta e pelo peixe grelhado. Mesas na areia e fila no balcão.
A cozinha é pequena; chegando antes das 20h a espera é menor.
Caminhada até o Satu pela manhã, rio à tarde e forró pra fechar a noite.
Três quilômetros de caminhada pela areia rumo norte levam a uma faixa quase vazia, na frente da barraca da família de Seu Satu, referência da região há décadas.
Vá na maré baixa pela areia dura e evite voltar com o sol a pino.
Peixe frito com pirão e água de coco servidos pela família de Seu Satu, praticamente a única estrutura da praia.
Leve dinheiro vivo; a máquina de cartão falha quando o sinal de internet cai.
Remada tranquila pelo rio manso, margeando o manguezal e o território pataxó rio acima.
Contrate canoeiro no cais da vila; no fim da tarde a luz é melhor e o calor cede.
As casas na margem do rio montam mesas de frente pra água; a moqueca de peixe local é o prato que se repete de cardápio em cardápio.
Casa de forró com chão de areia e banda tocando pé de serra, o programa de noite que resume Caraíva.
Volta pra Trancoso com almoço na vila de baixo e despedida no Quadrado iluminado.
Canoa de volta pela foz do rio e transfer pela estrada de terra até Trancoso, cerca de uma hora e meia de trajeto no total.
Combine o transfer na véspera na pousada; de manhã os carros lotam rápido.
Comida por quilo na parte baixa da vila, onde almoça quem trabalha no Quadrado. Prato cheio por uma fração do preço lá de cima.
Foz de rio entre Trancoso e Arraial d'Ajuda, com falésias baixas e quase nenhuma estrutura.
Sem barracas por perto; leve água e saia antes do fim da tarde.
Restaurante da chef Morena Leite num jardim ao lado do Quadrado, com cozinha baiana contemporânea. Se for pagar preço de Quadrado uma vez na viagem, que seja na última noite.
Reserve; o jardim é pequeno e a casa enche na alta temporada.
Depois do jantar, o gramado fica iluminado pelos candeeiros das fachadas e o movimento se concentra nas portas das casinhas.