Carregando...
Carregando...
Curadoria Vayond
Don Julio pede reserva com 30 dias, sem isso, o jeito é chegar 18h45 pro nome na lista e tomar espumante de cortesia na calçada. Avenida Corrientes ainda tem livrarias abertas até meia-noite.
Palermo Soho a pé
Librería El Ateneo
Don Julio (reserva 30d)
San Telmo no domingo
Café Tortoni cedo
Recoleta cemitério
Avenida Corrientes à noite
MALBA
Centro histórico no ritmo do roteiro: café de 1858 na abertura e as livrarias da Corrientes até tarde.
O café mais antigo do país, aberto em 1858 na Avenida de Mayo: mármore, vitrais e garçons de colete. Peça medialunas com o submarino, leite quente com barra de chocolate.
Antes das 10h não tem fila na porta; de dia a espera chega a dar volta no quarteirão.
O quilômetro zero político da Argentina: a sede do governo, o Cabildo colonial e a Catedral Metropolitana, onde está o mausoléu de San Martín.
Cozinha peruana concorrida perto do Congresso: ceviche, lomo saltado e chicha morada em salão de azulejos coloridos.
Gostou da ideia? Faça dela a sua.
A IA monta o seu dia a dia a partir desse ponto de partida, com o estilo e os interesses que você escolher.
Não aceita reserva; chegando antes das 13h a espera é curta.
Na Corrientes desde 1932, com fornos a lenha que não param; a muzzarella alta com fainá é o rito porteño.
Coma de pé no balcão da entrada, como os locais, ou encare a fila do salão.
A avenida dos teatros e das livrarias que não fecham, com mesas de saldos varando a noite entre as marquises.
Muitas livrarias ficam abertas até meia-noite; a Losada e a Hernández são paradas certas.
Recoleta entre túmulos ilustres, a livraria dentro de um teatro e um bodegón de bairro.
Cidade de mausoléus de mármore onde estão Evita, presidentes e escritores; os corredores formam um labirinto de estatuária do século 19.
Compre o ingresso online e pegue o mapa na entrada; de manhã os grupos ainda não chegaram.
Teatro de 1919 convertido em livraria: estantes na plateia, leitores nos camarotes e café no palco, atrás da cortina original.
Suba aos camarotes pra ver o teto pintado; são os melhores pontos de leitura.
Casa de comida do norte argentino em Recoleta: empanadas salteñas, locro e tamales num porão de mesas apertadas.
O principal acervo de arte da Argentina, com sala de impressionistas, Goya e um andar dedicado a nomes locais como Berni e Xul Solar; entrada gratuita.
Fecha às segundas.
Bodegón de 1944 que resiste entre os endereços caros de Recoleta: milanesa com puré, garçons de décadas e porções grandes.
Palermo Soho sem pressa e a noite que começa às 18h45 na calçada do Don Julio.
Caminhada sem destino pelas quadras baixas em volta da Plaza Serrano: murais, cafés de especialidade e vitrines de designers locais.
As lojas abrem por volta das 11h; comece pelos cafés, caso do Lattente ou do Full City Coffee House.
Bodegón de 1952 pintado de rosa, reaberto pela dupla do Don Julio: fiambres da casa, milanesa e tortilla na esquina da rua Jorge Luis Borges.
Reserve online; sem reserva, o balcão costuma ter lugar no almoço.
Sete hectares de estufas e esculturas desenhados pelo paisagista da cidade em 1898, com gatos moradores e bancos à sombra; entrada gratuita.
Livraria de Palermo com escadas de madeira, curadoria de literatura latino-americana e café nos fundos pra ler o que acabou de comprar.
Parrilla listada entre as melhores do mundo: bife de chorizo maturado, brasa à vista e garrafas assinadas pelos clientes forrando as paredes.
A reserva abre 30 dias antes e esgota; sem ela, chegue às 18h45, deixe o nome na lista e espere na calçada com o espumante de cortesia da casa.
Dia de museus na beira do Libertador, do MALBA ao palácio de arte decorativa.
Museu de arte latino-americana com o Abaporu de Tarsila do Amaral, Frida Kahlo, Berni e Xul Solar, em prédio de 2001.
Fecha às terças; às quartas a entrada tem desconto e o museu abre até mais tarde.
Café-bistrô na varanda do palácio Errázuriz, sede do Museu de Arte Decorativa: tortas, croques e mesas sob as árvores do Libertador.
Palácio beaux-arts de 1917 da família Errázuriz Alvear, mantido com mobiliário, tapeçarias e um El Greco no salão: retrato da Buenos Aires que se via como Paris.
Flor de aço e alumínio de 23 metros na Plaza Naciones Unidas, projetada pra abrir e fechar as pétalas com a luz do dia.
Bar notable de 1930 restaurado no centro: jantar de bodegón atualizado, coquetelaria de vermutes e azulejos originais.
O vermute da casa com sifão é o aperitivo de praxe; reserve pro jantar.
Domingo é San Telmo: a feira toma a rua Defensa de manhã e o tango chega à Plaza Dorrego à tarde.
A Defensa fecha e vira feira de um quilômetro: antiguidades na Plaza Dorrego, artesanato, vinis e os sifões antigos de soda.
Comece cedo pelo lado da Plaza de Mayo e desça a Defensa antes da multidão do meio-dia; atenção redobrada com o celular.
Balcão descontraído de San Telmo com sanduíches, tacos e a empanada de cordeiro que fez fama; cerveja artesanal e gente em pé.
Mercado coberto de 1897 com estrutura de ferro, misto de bancas de frutas, antiquários e balcões de café e comida.
No fim da tarde de domingo a praça vira pista: casais de milonga dançam ao ar livre entre as mesas dos cafés.
Garanta mesa num café da praça antes das 17h pra assistir sentado.
Parrilla clássica de San Telmo forrada de camisas de futebol, famosa pelas mollejas e pelo bife que o garçom corta com colher na mesa.
Reserve; peça o baby bife e deixe o corte por conta do garçom.
Despedida entre livrarias e um teatro: Palermo Hollywood de manhã, Colón à tarde.
A vida de Eva Perón contada com vestidos, filmes e documentos num casarão do começo do século 20 que a fundação dela usou como abrigo.
Livraria-editora de Palermo Hollywood num casarão com pátio: curadoria de literatura latino-americana e café pra emendar a manhã.
Restaurante vegetariano de Villa Crespo num quintal de árvores e tijolo aparente; cozinha de forno a lenha com cogumelos, pães e legumes da estação.
Reserve online; as mesas do pátio saem primeiro.
Uma das principais casas de ópera do mundo, inaugurada em 1908: a visita guiada percorre os foyers de mármore, o salão dourado e a sala principal.
As visitas guiadas saem a cada hora e esgotam; compre no site ou na bilheteria da rua Tucumán de manhã.
Cantina de balcão do chef Lele Cristóbal na Avenida San Juan: porções generosas, lousa com os pratos do dia e vinho sem cerimônia.
São poucas mesas, reserve; se estiver cheio, a filial La Cantina fica perto.