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Curadoria Vayond
Ônibus noturno VIP da Sombat Tour sai às 20h e chega 6h em Chiang Mai, economiza uma diária. Doi Suthep antes das 9h pega a neblina ainda subindo do vale.
Wat Pho ao amanhecer
Chinatown Yaowarat
Tha Phae Night Market
Doi Suthep antes das 9h
Cooking class em Mae Rim
Wat Phra Singh
Sunday Walking Street
Khao San rápido
Os templos da ilha de Rattanakosin cedo, antes do calor e dos grupos.
Buda reclinado de 46 metros folheado a ouro e o mais antigo centro de massagem tradicional do país no mesmo complexo.
Abre às 8h; a primeira hora é a única sem excursões e a luz entra baixa no salão do Buda.
Residência real desde 1782 e o templo do Buda de Esmeralda, imagem mais reverenciada da Tailândia.
Ombros e joelhos cobertos são obrigatórios; ignore quem disser na rua que o palácio está fechado, é golpe.
Gostou da ideia? Faça dela a sua.
A IA monta o seu dia a dia a partir desse ponto de partida, com o estilo e os interesses que você escolher.
Cozinha tailandesa de receitas da casa real; o omelete de caranguejo é o prato que fez a fama.
Torre de cerca de 70 metros incrustada de porcelana chinesa na margem oeste do Chao Phraya, com escadaria íngreme aberta a visitantes.
Atravesse na balsa do píer Tha Tien, travessia de poucos minutos direto pro templo.
Jantar de rua na Yaowarat Road: barracas na calçada com noodles, frutos do mar na chapa e leite de soja quente.
As barracas armam depois das 18h; guie-se pelas filas de locais, caso do Nai Ek Roll Noodle.
A cidade vista da água de manhã e os interiores de teca de Jim Thompson à tarde.
Barco de cauda longa pelos canais da margem oeste, onde Bangkok ainda vive de casas sobre palafitas e templos de bairro.
Feche o barco no píer Tha Chang e combine trajeto e valor antes de embarcar.
Bunker de concreto dos anos 1960 servindo clássicos de Bangkok no almoço; o pato ao curry vermelho acaba cedo.
Só abre no almoço; aceite dividir mesa, é a dinâmica da casa.
Seis casas de teca montadas pelo americano que reergueu a seda tailandesa e desapareceu na Malásia em 1967; visita guiada incluída no ingresso.
Centro de arte contemporânea de nove andares em espiral em frente à estação Siam, com exposições gratuitas rotativas.
Fecha às segundas.
Cozinha de Isaan, o nordeste tailandês, em casa pequena de Silom: som tam socado na hora, frango frito e larb.
Peça a pimenta em nível tailandês só se tiver certeza do que está fazendo.
Beira do rio criativa de manhã e uma passada rápida, de propósito, pelo circuito mochileiro à noite.
Bairro chinês antigo entre oficinas, shophouses e grafites na beira do Chao Phraya; bom de andar sem roteiro.
O café So Heng Tai, numa mansão chinesa de 200 anos, tem pátio interno com piscina de mergulho.
Receitas de família do leste tailandês num sobrado com terraço de frente pro Wat Arun.
Shopping à beira-rio com o Sook Siam, andar que reproduz mercados flutuantes e reúne comida das 77 províncias.
Vá de barco: há shuttle gratuito saindo do píer Sathorn.
Pad thai desde 1966 na Maha Chai Road, preparado em tachos a lenha na calçada; a versão embrulhada no ovo é a clássica.
A fila é longa mas anda rápido porque o tacho não para.
Passada rápida pela rua símbolo do mochilão asiático: bares empilhados, pad thai de balcão e gente do mundo inteiro. Meia hora resolve.
Dia leve de parque, mirante e massagem antes do ônibus noturno das 20h pra Chiang Mai.
O grande parque central de Bangkok, com lagartos-monitores circulando livres e aulas de tai chi de manhã.
O Monte Dourado: 344 degraus em espiral até o chedi com vista de 360 graus do centro histórico.
Suba antes das 11h, quando o calor aperta; sinos e gongos marcam o caminho.
Salão de cozinha tailandesa clássica desde 1957 em frente ao Monumento da Democracia, de garçons de paletó e receitas que não mudam.
Massagem tailandesa na escola que codificou a técnica, dentro do complexo do templo; uma hora de alongamento assistido antes da viagem.
Sem reserva; pegue senha e espere, a rotatividade é alta.
Jantar simples de arroz com curry nas bancas do terminal rodoviário, a solução prática antes do embarque.
O VIP da Sombat Tour sai às 20h em ponto e chega às 6h em Chiang Mai; despache a mala no guichê e guarde um casaco pro ar-condicionado.
Chegada às 6h e subida direta a Doi Suthep pra pegar a neblina; o resto do dia segue o ritmo da cidade velha.
Templo dourado no alto da montanha, alcançado por escadaria de 306 degraus ladeada de nagas; em manhã limpa, Chiang Mai inteira aparece lá embaixo.
Antes das 9h a neblina ainda sobe do vale e os ônibus de excursão não chegaram; songthaews vermelhos sobem do portão da universidade.
Khao soi de tacho caseiro num quintal perto do Wat Rajamontean: caldo de curry com leite de coco, macarrão frito por cima e picles de mostarda.
Abre só no almoço e fecha quando a panela acaba; chegue antes das 13h.
Chedi do século 15 parcialmente ruído num terremoto, que já abrigou o Buda de Esmeralda; no fim da tarde há o monk chat com os monges.
Cozinha do norte numa casa cheia de antiguidades: kaeng hang le, laab e couve local; à noite abre o salão dos fundos.
Barracas de comida, roupa e artesanato entre o portão Tha Phae e a Chang Klan Road; o movimento esquenta depois das 19h.
Manhã de wok numa fazenda orgânica de Mae Rim e volta pra cidade com templo de floresta.
Aula de culinária numa fazenda orgânica de Mae Rim, meia hora ao norte: começa no mercado local escolhendo ingredientes e segue entre hortas e woks.
Reserve online com antecedência; o transporte do centro está incluído e cada aluno escolhe seus pratos.
O almoço é o resultado da aula: curry de pasta feita no pilão, sopa e stir-fry comidos na varanda da fazenda.
Templo de floresta do século 13 com túneis de tijolo escavados, estupa no alto e lago com tartarugas, no sopé do Doi Suthep.
Ruas numeradas de cafés, galerias e lojas de design que concentram a Chiang Mai universitária e criativa.
Cozinha lanna num quintal de Nimman: sai ua na brasa, dips do norte com legumes e a churrasqueira soltando fumaça na entrada.
Anote o nome na lista da porta; a fila gira mais rápido do que parece.
Encaixe este dia num domingo: templos de manhã, pausa no calor e a Walking Street tomando a Ratchadamnoen à noite.
O templo mais reverenciado da cidade velha, com o Buda Phra Singh no pavilhão Lai Kham, forrado de murais do século 19.
De manhã cedo os fiéis fazem oferendas e os pátios ainda estão vazios.
Museu no antigo tribunal provincial que explica o que você vê nos templos: iconografia, tecidos e rituais do reino Lanna.
Frango girando no espeto sobre carvão perto do Wat Phra Singh, servido com arroz grudento e dois molhos.
A Ratchadamnoen fecha pra carros e vira um quilômetro de artesanato de aldeias, pratas, sabonetes e músicos de rua, do portão Tha Phae ao Wat Phra Singh.
Só acontece aos domingos; comece pelo lado do portão às 17h30, antes do corredor travar de gente.
Durante a feira, o pátio do templo vira praça de alimentação: khao soi, espetinhos e sucos em mesas coletivas sob lanternas.
Dia no santuário de elefantes do vale de Mae Taeng, com fim de tarde de massagem na cidade.
Santuário que resgata elefantes de circos e madeireiras, uma hora ao norte: aqui se observa e caminha junto, sem montaria nem banho forçado.
Reserve com semanas de antecedência no site oficial; o transporte busca no hotel.
Almoço incluído no programa: buffet majoritariamente vegetariano de curries e saladas, com os elefantes pastando à vista.
Casa de massagem da cidade velha criada por uma ex-diretora de presídio pra empregar ex-detentas formadas na técnica tradicional.
Reserve o horário de manhã, na loja ou por telefone; o fim de tarde costuma lotar.
O templo de prata do bairro dos ourives de Wualai, recoberto de painéis de prata e alumínio repuxados à mão pelos artesãos locais.
Cozinha tailandesa de fazenda própria no One Nimman, com arroz e legumes vindos da propriedade da casa em San Pa Tong.
Último dia na margem do Ping: mercado centenário, a rua do khao soi e música ao vivo na despedida.
Templo do século 14 fora da muralha norte, com chedi de tijolo aparente e viharn de teca; passa longe do circuito das excursões.
O mercado central de Chiang Mai há mais de um século: sai ua, chiles secos, tecidos e a seção de flores na beira do rio.
De manhã o movimento está no auge; o subsolo concentra a comida pronta.
Café, floricultura e galeria no mesmo salão na Charoenrat, do lado leste do Ping; boa pausa antes de arrumar as malas.
Uma das casas históricas da rua do khao soi, a Charoenrat, servindo a receita há décadas com carne bovina ou frango.
A rua concentra outras casas tradicionais; se a fila estiver grande, a Khao Soi Samoe Jai fica ao lado.
Na margem do Ping desde 1984, com bandas ao vivo todas as noites e cardápio que vai do tailandês ao ocidental.
Reserve mesa no deck da água; a música começa por volta das 19h30.