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Curadoria Vayond
O cozido das Furnas sai da terra por volta das 13h, reserva pela manhã no Tony's. Em Pico, a subida do vulcão começa às 4h pra pegar nascer do sol no cume.
Furnas (cozido na terra)
Plantação de chá Gorreana
Lagoa do Fogo
Tony's (Furnas)
Pico do Fogo
Adegas de Criação Velha
Lajido de Santa Luzia
Sete Cidades
Chegada por Ponta Delgada e a caldeira das Sete Cidades como cartão de visita.
A caldeira com as lagoas Azul e Verde vista do miradouro da Vista do Rei, com descida até a vila plantada dentro da cratera.
Se a Vista do Rei estiver fechada em nuvem, espere uns minutos ou siga ao miradouro da Boca do Inferno, ali perto.
Parada simples dentro da caldeira pra sanduíches, sopa e bolo lêvedo antes de voltar à costa.
As Portas da Cidade, o casario de basalto e cal e a Igreja Matriz de São Sebastião concentrados numa caminhada curta pela frente de mar.
Gostou da ideia? Faça dela a sua.
A IA monta o seu dia a dia a partir desse ponto de partida, com o estilo e os interesses que você escolher.
Mercado municipal com ananás dos Açores, queijos das ilhas e bancas de chá; bom termômetro do que o arquipélago produz.
Petiscos açorianos em casa sempre cheia no centro: queijo assado, lapas e peixe do dia.
Não costuma sobrar mesa; chegue perto das 19h ou encare fila.
Costa norte com o chá da Gorreana e a cratera protegida da Lagoa do Fogo.
Fábrica de chá em funcionamento desde 1883, com máquinas antigas e campos verdes descendo até a costa; visita livre e prova gratuita.
Os trilhos entre os campos de chá dão uma caminhada curta com vista pro mar; vá antes dos grupos de excursão.
Varanda sobre as falésias verdes da costa norte, a poucos minutos de estrada da Gorreana.
Cratera em reserva natural desde 1974, sem construção nenhuma à vista; do miradouro, uma trilha desce até a praia na margem da lagoa.
O tempo na serra vira rápido; leve corta-vento e desista sem culpa se o nevoeiro fechar.
A casa de carnes da associação de produtores da ilha, em Ribeira Grande: bife com pimenta da terra e carne local.
Casa antiga de Ponta Delgada, famosa pelo bife com alho; o cardápio muda pouco há décadas, de propósito.
O vale vulcânico das Furnas: jardim, caldeiras e o cozido que sai da terra na hora do almoço.
Jardim botânico iniciado no século 18 em volta da casa de um cônsul americano, com a piscina termal ferruginosa morna no centro.
Leve roupa de banho escura; a água rica em ferro mancha tecido claro.
Nas caldeiras da margem da Lagoa das Furnas, as panelas de cozido passam horas enterradas no calor vulcânico e começam a sair por volta das 13h, içadas dos buracos numerados.
O endereço clássico do cozido das Furnas na vila: carnes, enchidos e couves com o gosto do vapor vulcânico.
Reserve o cozido pela manhã ou na véspera; as panelas são contadas e acabam.
Sequência de tanques termais a cerca de 39 graus ao ar livre, na beira de um riacho; vestiários e armários no local.
De volta a Ponta Delgada, marisqueira conhecida pelas cracas e pelo peixe fresco vendido ao peso.
Mar pela manhã com os cachalotes e tarde na piscina natural do ilhéu.
Saída de barco do porto de Ponta Delgada com vigias em terra orientando a busca; cachalotes residentes e golfinhos aparecem o ano inteiro.
Tome remédio de enjoo meia hora antes de embarcar; o mar da manhã costuma estar mais tratável.
Cratera vulcânica no mar formando uma piscina natural quase circular, em reserva com lotação diária limitada; o barco sai do cais de Vila Franca.
No verão os bilhetes do dia esgotam cedo; garanta no quiosque do cais logo de manhã.
Peixe grelhado com mesas sobre o portinho da Caloura, a meio caminho entre Ponta Delgada e Vila Franca.
Enche rápido no verão; chegue no início do serviço de almoço.
Vegetariano de referência em Ponta Delgada, com produto da ilha e cardápio curto que muda conforme a horta.
Voo curto entre ilhas e tarde na paisagem de vinha em pedra que é patrimônio mundial.
Ligação da Azores Airlines de cerca de 50 minutos até o aeroporto do Pico, já com a montanha aparecendo na janela em dia limpo.
A frota de carros de aluguel da ilha é pequena; reserve o carro junto com o voo.
Caminho plano entre os currais, os muros de pedra vulcânica que protegem as vinhas do vento e da maresia, paisagem tombada pela UNESCO em 2004; o Moinho do Frade vermelho marca o meio do percurso.
Alugue bicicleta na Madalena; o trecho é plano e rende mais sobre duas rodas.
Peixe e polvo na Areia Larga, com o canal e a ilha do Faial na frente das mesas.
A história do verdelho do Pico contada num antigo convento carmelita, com alambiques, lagar e dragoeiros centenários no terreno.
Anexo de madeira em forma de barrica premiado em concursos de arquitetura, montado sobre as rochas entre a Madalena e a Criação Velha; petiscos e vinho da ilha.
Reserve ou chegue bem antes do pôr do sol pra pegar a varanda.
O dia é da montanha: subida guiada ao ponto mais alto de Portugal e descanso depois.
Subida guiada ao cume do vulcão, 2.351 m, o ponto mais alto de Portugal, com registro obrigatório na Casa da Montanha. Os grupos partem de madrugada pra alcançar o Piquinho ao nascer do sol e descem no fim da manhã.
Reserve guia e vaga com antecedência; leve camadas, no cume venta e faz frio mesmo no verão.
Prato do dia e peixe grelhado sem cerimônia pra repor a subida; a vila funciona em ritmo curto de almoço.
O maior tubo lávico de Portugal, com cerca de 5 km mapeados; a visita guiada percorre um trecho com capacete e lanterna fornecidos.
Os horários têm lotação limitada; reserve e leve um casaco leve, lá dentro faz fresco.
Jantar em adega de pedra entre os currais: peixe grelhado, queijo da ilha e verdelho da casa, no ritmo de fim de dia do Pico.
Costa norte de lava preta e a memória baleeira de Lajes pra fechar a viagem.
Formações de lava com arcos, grutas e passagens batidas pelo mar, perto de Bandeiras; passarelas curtas levam aos pontos principais.
Aldeia protegida sobre o lajido de lava, com casario preto de portas vermelhas, poços de maré e currais de vinha descendo até o mar; o centro de interpretação da paisagem da vinha funciona ali.
Comece pelo centro de interpretação; os currais fazem mais sentido depois.
Peixe do dia diante do porto de onde saíam os barcos da baleia; almoço simples de vila.
Em Lajes do Pico, as antigas casas dos botes guardam baleeiras originais, ferramentas e scrimshaw; a caça ao cachalote durou aqui até os anos 1980.
Restaurante de hotel sobre a falésia de lava, entre jardins, com cozinha açoriana e o mar batendo na rocha lá embaixo.